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Novamente Geografando

Este blog organiza informação relacionada com Geografia... e pode ajudar alunos que às vezes andam por aí "desesperados"!

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Visto de cima

Mäyjo, 08.04.15

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Sun City Palm Desert

Riverside County, California, USA

33°46′09″N 116°18′06″W

 

A exuberância da comunidade Sun City Palm Desert, na região de Palm Springs, na Califórnia, contrasta com o envolvente, deserto estéril.

A Califórnia enfrenta atualmente uma seca catastrófica, obrigando o estado a usar os reservatórios de água subterrânea, enquanto aplica uma redução de 25 por cento, em todo o estado, no uso de água não-agrícola. O uso diário de água per capita na região árida, em torno de Palm Springs, é de 201 litros - mais de duas vezes a média do Estado. Para saber mais sobre a situação, você pode clicar aqui.

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Visto de cima

Mäyjo, 08.04.15

Osaka, Japan.png

Higashi-Osaka Junction

Osaka, Japan

34.678224513°, 135.597164675°

A "Junção Higashi-Osaka" liga o Hanshin Expressway e Kinki Expressway em Osaka, no Japão.

Para quem gostaria de observar esta complexa rede de estradas a partir de cima, pode ir até a um observatório no 22º andar da Prefeitura HigashiOsaka, localizado a poucos quarteirões de distância.

PULSEIRAS DE SILICONE PODEM DETETAR POLUIÇÃO

Mäyjo, 08.04.15

Pulseiras de silicone podem detectar poluição

Investigadores da Universidade de Oregon, nos Estados Unidos, demonstram que as pulseiras de silicone – que, de tempos em tempos, são usadas para demonstrar apoio a alguma causa, a uma qualquer equipa de futebol ou, simplesmente, porque são moda por algum motivo inexplicável – podem servir para detectar a poluição.

Estas pulseiras podem actuar como dispositivos que controlam a exposição de uma pessoa a poluentes nocivos do quotidiano, ao longo de um dia, semana ou até meses, pois o silicone age como uma esponja, absorvendo uma variedade de compostos a partir do ar.

Devido a essa dessa propriedade, os investigadores norte-americanos resolveram controlar a gama de compostos que as pessoas inalam em ambientes diferentes e ver se é possível identificar potenciais efeitos na saúde. As conclusões foram reveladas no periódico científico Environmental Science & Technology.

Segundo os investigadores, o primeiro passo foi remover os produtos químicos que são introduzidos no silicone durante o seu fabrico. Depois, trinta voluntários usaram umas pulseiras laranja e branco durante 30 dias. No final do período de análise, 49 compostos foram encontrados nas pulseiras, incluindo retardadores de chama, pesticidas de uso interno – medicamentos anti-pulga para animais de estimação, por exemplo – nicotina e vários produtos químicos utilizados em cosméticos e fragrâncias.

Além disso, oito voluntários que trabalhavam como pedreiros usaram as pulseiras durante oito horas, todos os dias, pois os investigadores procuravam hidrocarbonetos policíclicos aromáticos (HPAs), presentes em telhados de alcatrão, um tipo de telha normalmente usada nos Estados Unidos, refere o Planeta Sustentável.

Todas as pulseiras dos pedreiros apresentaram os compostos e outras 12 substâncias de uma lista nacional de poluentes considerados nocivos. De acordo com os cientistas, o uso de pulseiras de silicone poderia tornar mais fácil e preciso avaliar como está a qualidade do ar e como os poluentes internos afectam a nossa saúde. A equipa acredita que este é um processo mais barato de controlo do que o método habitual de medir a exposição individual à poluição, que envolve monitorização bem sempre simples de usar e dispendiosa.

Foto:  slgckgc / Creative Commons